DESO camufla resultados mês a mês

Escrito por Assessoria de Comunicação Publicado .

A DESO, tentando iludir não se sabe a quem, distorce, de maneira bastante primária, o desempenho da sua arrecadação mensal em relação à previsão e ao que realmente foi faturado.

Usando de uma lógica contábil de "boteco de pinga", o Setor Comercial da DESO está apresentando números que supostamente comprovariam um incremento nas receitas da Companhia, ainda que com pequeno déficit.

Na ponta do lápis mesmo, o que verificamos é um blefe, porque estão utilizando uma metodologia errada (ou enganosa). Senão, vejamos:

O SINDISAN teve acesso ao demonstrativo do mês de abril de 2016, e o que está sendo apresentado pelo Setor à direção da DESO é o valor arrecado de R$ 40.702.664,98 sobre a previsão de arrecadação de R$ 43.139.862,91. Dessa forma, aponta um percentual de 94,35% arrecadado, ou seja, com um déficit de apenas 5,65%, que no todo, não seria ruim.

Porém, o cálculo real seria o valor total arrecadado (R$ 40.702.664,98) sobre o valor total faturado (R$ 51.256.464,22). Neste cálculo, a arrecadação foi de 79,4%, e não 94,35%, o que deixa a DESO com um déficit de 20,6%, uma diferença camuflada (e estrondosa) de 14,95%.

A quem interessa estar passando esses resultados camuflados? À Companhia é que não é, porque é preciso deixar claro - e os números não mentem - que a DESO está tendo quebra de receita mês a mês.

Se a sua direção tiver isso em mente, trabalhando com a realidade, vai ter que buscar os caminhos para diminuir ou mesmo acabar com essa sangria, deixando de abrir mão de tantas receitas, como com o tal Plano de Negociação de Dívidas Vencidas, que premia a inadimplência.

E nunca é demais lembrar que  muitos órgãos públicos e prefeituras municipais são os principais responsáveis pela maior parte da sangria de receitas da DESO. Bora cobrar as faturas?

O cinismo de alguns que acaba afrontando a todos

Escrito por Assessoria de Comunicação Publicado .

Chega a ser gritante o cinismo praticado por alguns colegas da DESO em relação aos demais companheiros que estão sofrendo com toda a falta de condições de trabalho e de segurança por negligência da própria Companhia. Chega até a tirar do sério, digamos, aqueles que porventura não tenham “sangue de barata”.

Enquanto esses colegas, que não dispõem de "privilégio" algum, depois de comunicarem exaustivamente as suas chefias, denunciarem aqui no Sindicato, nada foi feito para ao menos aliviar todo o sofrimento passado por esses camaradas em seus locais de trabalho, inclusive com risco real de homicídio.

Pois bem, passado certo tempo, depois que em algumas unidades da DESO os trabalhadores compraram do próprio bolso portas, janelas, câmeras de segurança e até lâmpadas, tudo isso para atenuar a sensação de insegurança, eis que chega um certo senhor, já bastante conhecido de todos da DESO devido aos seus conceitos altamente patronais e equivocadíssimos sobre segurança, de forma acintosa e com bastante desdém, começa a fazer chacota com os companheiros, dizendo que estes se arvoraram em comprar tais apetrechos de segurança por que quiseram e que, antes disso, a DESO, através do seu Setor de Segurança, deveria elaborar um projeto técnico para os locais em que os trabalhadores se sintam desprotegidos.

Ora, sabemos que a Companhia sequer está oferecendo fardamento para os seus funcionários, e todas as suas estruturas das unidades, incluindo a própria Sede, estão literalmente entregues ao abandono. Como é que estes companheiros, boa parte já com o sistema nervoso em frangalhos e que nunca tiveram a devida atenção e solidariedade daqueles que se dizem suas chefias, poderiam ficar de braços cruzados?

O SINDISAN lamenta que, infelizmente, este tipo de comportamento por parte de alguns chefes está se tornando rotina e fazendo escola dentro das estruturas da Companhia. Para além disso, chefes, coordenadores e outros não estão nem aí para o problema, e pensam unicamente em se empanturrar de horas extras, fabricadas ou não.

Enquanto isso, no outro lado da balança, o pobre peão, que de fato vara a noite dentro de verdadeiros muquifos mal iluminados, pondo a sua valiosa vida em risco, para fornecer serviços de qualidade a nossa população, quase sempre, sem as mínimas condições de trabalho, chegam a fazer até 38 horas extras e só recebem por 18 horas. E ainda têm que aturar pessoas desqualificadas, debochadas e hipócritas, que, embora com bastante tempo de DESO, não aprenderam absolutamente nada no que se refere a lidar com trabalhadores de forma digna e respeitosa, a forma correta como todo ser humano deve ser tratado.

 

Trabalhadores aprovam as contas de 2015 do Sindicato

Escrito por Assessoria de Comunicação Publicado .

Em Assembleia Geral Ordinária, realizada no sábado, dia 30/4, com as presenças de trabalhadores e trabalhadoras da DESO, Cohidro e dos SAAE’s de Estância, Capela e de São Cristóvão, foi apresentada a Prestação de Contas referente ao Exercício Fiscal de 2015 da atual gestão. Foi registrado um saldo positivo em relação ao exercício.

Depois dos esclarecimentos feitos pelo contador do Sindicato, o balancete foi discutido e aprovado pela maioria dos presentes.

Informamos que o balancete estará, em breve, disponível para a categoria no nosso site.

FALTANDO

Durante a assembleia, companheiros denunciaram que tem faltado sulfato de alumínio e dicloro nas estações de tratamento de todo o estado. Quando o funcionário vai solicitar os materiais, é questionado se virou chefe para fazer a solicitação. Pode isso?

DESO continua com sua imagem desgastada por causa da Camel

Escrito por Assessoria de Comunicação Publicado .

O SINDISAN, por mais que tente, não consegue entender o porquê de uma empresa tipo a Camel ser sempre a preferida pela DESO para lhe representar perante a população nos devidos serviços que, por ter natureza fim, deveriam ser prestados diretamente pelos próprios funcionários da Companhia.

A nossa Diretoria, como todos sabem, viaja regularmente para todos os municípios do estado, com exceção de Carmopólis. Em todos eles, sem exceção, nunca ouvimos algo de louvável sobre os serviços prestados por esta empresa privada. E para constranger de fato, o que observamos é que funcionários da DESO recém-contratados e sem contar ao menos com o devido fardamento, estão praticamente de braços cruzados durante todo o expediente, sendo chamado pela população de preguiçosos e incompetentes.

Mas boa parte deste problema se deve exclusivamente a um contrato altamente draconiano e prejudicial celebrado pela boníssima DESO com a insaciável Camel, onde neste contrato se dá praticamente todos os serviços que a Companhia deveria assumir, como ligações, que em alguns casos se arrastam há mais de sete meses sem serem efetuadas; religações, que demoram mais de uma semana; além de ligações feitas a toque de caixa pelo sistema de produtividade, resultando em um serviço de péssima qualidade, cabendo ao pessoal da DESO corrigi-los.

E tudo isso, como resultando, traz um prejuízo incalculável para a DESO em sua já arranhadíssima imagem perante a população de nosso estado. Quando um cidadão ou cidadã procura os postos de atendimento da Companhia, jamais imaginará que existe algo formal e exclusivo entre a DESO e essa famigerada Gata.

O cliente quer o serviço executado dentro do prazo legal e que seja feito com qualidade. Quando o cliente procura a Justiça, não será a Camel a ser acionada, mas sim a DESO, que parece que já se acostumou a aparecer de forma negativa nos jornais, rádios e televisão do nosso estado, insistindo em passar a mão na cabeça dos proprietários desta empreiteira, que pelo que sabemos, só lhes traz dissabores e enxurradas de ações judicias.

Até quando isto vai continuar?

Tribunal de Justiça mantém licitação de água suspensa

Escrito por Assessoria de Comunicação Publicado .

Os desembargadores do Tribunal de Justiça de Sergipe mantiveram suspensos os efeitos da lei municipal que desvincula da competência da Companhia de Saneamento de Sergipe – DESO os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário no âmbito do município de Itabaiana.

De acordo com o site de notícias Infonet, a decisão mantém medida liminar do desembargador Cezario Siqueira Neto, impedindo que a prefeitura de Itabaiana realize licitação para terceirizar estes serviços.

A proposta foi encaminhada pelo prefeito Valmir de Francisquinha (PR) e aprovada pela Câmara Municipal de Itabaiana em fevereiro do ano passado, com voto contrário da bancada de oposição. O Governo do Estado reagiu e ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), considerando que a lei fere a Constituição Estadual.

No último dia 4/5, o processo retornou à pauta do TJ, sendo aprovado por maioria dos desembargadores, com a dissidência do desembargador Alberto Romeu.

Na sessão de julgamento, o procurador do Estado, Vinícius Oliveira, fez sustentação oral, informando que a desvinculação do serviço poderia causar sérios prejuízos para a população de Itabaiana e também para outros municípios da microrregião agreste.

“O município de Itabaiana não poderia usar o sistema fundado pela DESO, que é um sistema integrado e não tem como ser quebrado”, justificou o procurador.